quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Em época de espírito olímpico, um pedido de paz...

Atenção, crianças, a imagem é forte. Adiante o momento exato em que o violento Rivarola tenta mutilar as pernas do craque Sapatilha na última peleja:

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Nem tudo foi azul!



Que o azul venceu mais partidas, sabemos. Mas nem por isso podemos dizer que houve uma hegemonia na noite. A "Canarinha" ontem preferiu fazer gols de placa, jogadas lindas, lançamentos milimétricos, se apresentar, dar show para deleite da enorme torcida que esperava a próxima partida. Para alguns isso se chama "futebol arte". Talvez os mais fixados por resultados prefiram um time que joga por títulos do que um time que faz do futebol uma arte. E assim como o Brasil de 1982 foi o time amarelo de ontem.

Os amarelos eram uma espécie de Brasil (inclusive às vezes com Valdir Peres no gol), aquele mesmo de Zico (que por coincidência atende também pelo nome de Artur), Sócrates (que o diga Tiago), Paulo Roberto Falcão (que também poderia ser chamado de Dudu), Serginho Chulapa (permitam-me colocar Igor nesta função de brigador na frente), de Júnior (ou Fred, se preferirem) e também de Toninho Cerezo (que em algumas peladas viu-se algo dele em Pedrão, incluindo umas bolas roubadas dele no meio campo).

O toque de bola era rápido confundindo muitas vezes a marcação adversária, e as finalizações de fora da área se tornaram o ponto forte do time, principalmente nos pés do Artur "ZiCão" que botou pelo menos umas 8 bolas pra dentro ontem, inclusive de direita, mostrando aos adversários que NÃO, não adianta só marcar a esquerda dele, que também não teve efeito ontem.


Mas o futebol é cruel certas vezes, e o time azul foi mais eficiente no que diz respeito ao número de vitórias (que não foi tão disparado, diga-se de passagem). Assim como a Azzurra de 82 também, o futebol força venceu o futebol arte, escrevendo um dos capítulos mais injustos do futebol mundial, como na noite de ontem.


Fica registrado aqui alguns lances geniais do time Canarinho de ontem. Voa, canarinho, voa!

domingo, 3 de agosto de 2008

Dia de Pagamento

Pelejeiros,

Só lembrando que amanhã, 04.08, é dia de pagamento. 30 pilas!
Abraço

Marcelo Cardgol Veloso, Craque, Administrador e Craque!

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Uma saída para o nosso China






















Fontes seguras da imprensa nipo-coreana afirmam que Kércio Chuang já descobriu uma maneira de não sofrer mais humilhações semanais: humildemente, nosso samurai da 48 pediu penico aos cartolas da equipe Fúria Amarela e possivelmente já vestirá a camisa canarinha na próxima semana. Aos torcedores, Kércio já faz pose com seu futuro uniforme.

Algumas imagens com comentários de um jornalista abalizado





Filme que mostra a supremacia da cultura judaico-cristã e das democracias liberais ocidentais sobre a barbárie oriental.








Momentos antes da peleja, Marcelo Cardigol mostrando com que roupa íntima atuará na partida.







Momento em que o Sapatilha Ninja neutraliza um golpe do Chinês Mau.

quarta-feira, 30 de julho de 2008


Uma vez, mestre Wou Mi Jha disse:¨ paciencia discipulo...jogador de futebol perronha fala muito, joga pouco. O verdadeiro amarelo aqui e vc¨

CANINIAUA P TODOS!!!

O chinês e a bailarina



A união de Cardgol (a bailarina delicada) e do ninja da 48 (o china) não foi suficiente para ameaçar a supremacia dos amarelos: Dudu Sapatilha (doente, mas com bom aproveitamento e gols decisivos), Guy (destaque do dia pela eficiente marcação ao oriental que tem um motor no rabo), Serjão (competente e com boas jogadas individuais), Igor Temível (com bons momentos, precisando aperfeiçoar ainda alguns fundamentos) e Thiago (o zagueiro dos pés de sabão, que tava patinando no começo mas depois encontrou seu bom futebol de sempre).

A nova fúria amarela não começou bem. Mas da segunda partida em diante a hegemonia foi sendo conquistada. Para valorizar ainda mais a seqüência de vitórias, registro aqui a provocação de Kércio antes do começo da partida: "Bota eu prum lado e Dudu e Guy pro outro, pra tentar equilibrar um pouco...". Erro fatal e estranho para um oriental educado dentro das tradições de bom senso e equilíbrio da filosofia confuncionista. E vejam: eles ainda tinham Cardigol (em noite de bailarina de cabaret da Rio Branco: uma puta, digo).

No terceiro time, destaque para Toré, que sempre toma a responsabilidade pelo time e tem sido um dos jogadores mais regulares e com melhor aproveitamento da peleja.